Passion Before Fashion: Stories from a Life of Hacking - Joe Grand

21|02|2019

By Joe Grand aka Kingpin

Our hacker community has grown beyond curious kids in their parents' basements. It's become a real part of our world with a diverse range of people, skills, interests, goals, and motives. But, with growth comes dilution of what I consider the essence of hacking - questioning the system, sharing information, and solving problems in unique ways.

My talk at Roadsec São Paulo 2018 was entitled "Passion Before Fashion: Stories From a Life of Hacking" and followed my particular path from being a technological juvenile delinquent starting at age 7 to the changes in my life that redirected my passion towards good. The point of my talk wasn't just to tell stories. It was also meant to help people realize that what you do should be dictated by what you love and believe in, not by what others think or want.When I first read The Mentor's "The Conscience of a Hacker" in 1986, I felt like someone finally understood how I was feeling. I knew that how I was wired wasn't an accident and that it was okay for me to see the world differently than others, think the way I was thinking, and act the way I was acting. I had found a home away from the teasing and occasional physical abuse that came with loving computers before they were accepted into mainstream society.

The world needs more true hackers. The subversive elements and do-it-yourself mentality (exemplified by Rt. Rvd. Pastor Manul Laphroaig's "Parable on the Importance of Tools; or, Build your own f'ing birdfeeder") are too often replaced by corporate influence and those focused on fame, fortune, or one-upmanship. Creativity has given way to marketable sound bites. It doesn't have to be like that. We need to remember that hacking can and should be used to push the limits of what is considered acceptable behavior and to educate, inspire, and empower others. In this day and age, that's more important than ever.


[Tradução] Nossa comunidade hacker cresceu além das crianças curiosas no porão de seus pais. Se tornou uma parte real do nosso mundo com um alcance diverso de pessoas, habilidades, interesses, objetivos e motivos. Mas com crescimento vem a diluição daquilo que eu considero essencial no hacking - questionar o sistema, compartilhar informação e resolver problemas de formas únicas.

Minha palestra no Roadsec São Paulo 2018 foi intitulada "Paixão antes da moda: Histórias de uma vida de hacking" e segui meu caminho pessoal, onde fui de um delinquente juvenil tecnológico de 7 anos até as mudanças da minha vida que redirecionaram minha paixão para o bem. O objetivo da minha palestra não era só contar histórias. Era também feita para ajudar pessoas a entenderem que o que você faz deve ser ditado pelo que você ama e acredita, não pelo que outras pessoas pensam ou querem. Quando eu li "A consciência do Hacker", de The Mentor, em 1986, eu senti que alguém finalmente entendia como eu me sentia. Eu sabia que o modo como eu me sintonizava não era um acidente e que não tinha problema em ver o mundo de formas diferentes do que outras pessoas viam, pensar como eu pensava e agir como eu agia. Eu tinha encontrado uma casa longe das provocações e abuso físico ocasional que vinham com o fato de gostar de computadores antes que eles fossem amplamente aceitos pela sociedade.O mundo precisa de mais hackers verdadeiros. Os elementos de mentalidade subversiva e de mão na massa (exemplificados pela "Parábola sobre a importância de ferramentas; ou, Construa a po**a da sua casa de passarinho sozinho", de Rt. Rvd. Pastor Manul Laphroaig) são frequentemente substituídos por influência corporativa ou por aquelas focadas em fama, fortuna e ego. A criatividade deu lugar para falas de efeito de marketing. Não precisa ser assim. Nós precisamos nos lembrar que o hacking pode e deve ser usado para forçar os limites do que consideramos comportamentos aceitáveis e também para educar, inspirar e empoderar outros. Nos dias de hoje, isso é mais importante que nunca.